Manifestação contra as reformas de Temer marcaram a sexta-feira em Joinville

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Cerca de 7 mil trabalhadores participaram na manhã de hoje (28/4) de manifestação histórica em Joinville contra as reformas do governo Temer, que destroem a Previdência e as leis trabalhistas.

A atividade, organizada pelo Sinsej, ocorreu logo após assembleia dos servidores e reuniu diversas categorias. Estiveram presentes trabalhadores da rede estadual de educação, dos Correios, da CIA Águas de Joinville, eletricitários, bancários, professores da rede privada, entre inúmeras outros. Participaram ainda jovens do movimento estudantil e representantes de movimentos sociais da cidade. Antes da unificação da manifestação outros atos e assembleias aconteceram pela cidade.

A paralisação em Joinville acompanha o dia de greve geral, convocado pela CUT e outras oito centrais sindicais, em todo o país. A Reforma Trabalhista foi aprovada na Câmara dos Deputados essa semana e a da Previdência segue tramitando de forma urgente.

 Assembleia dos Servidores

 Antes do ato, às 9 horas, os servidores de Joinville realizaram uma assembleia em frente à Prefeitura e decidiram manter o Estado de Greve, deflagrado em 15 de março.  

A categoria está em meio à Campanha Salarial e avaliou o resultado das negociações com a Prefeitura. Até o momento o governo não respondeu a maior parte da pauta. Em reunião ontem, o prefeito Udo Döhler afirmou que não há possibilidade de reajuste este ano. A data-base da categoria é 1º de maio.

Os servidores irão observar o desenvolvimento da luta contra as reformas nacionais e a continuidade das negociações com a Prefeitura. Em seguida, será agendada nova assembleia para deliberar sobre greve por tempo indeterminado.

Em Itapoá, os servidores municipais realizaram uma assembleia seguida de manifestação agora à tarde. Diante da demora da Prefeitura em abrir as negociações, a categoria também decidiu entrar em Estado de Greve na cidade.

Fonte: Sinsej

 

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